
Sebastião salgado – Açúcar
Quem sou eu?
Quem eu sou?
Se sou rei…
Que rei sou?
Ou serei?
Que restou?
Fim da noite…
Solidão
Carcará
Catamarã…
Corresponde a correr
De manhã…
Meu amor…
Diz pra mim
Jaçanã
Meu amor, diz pra mim
É maçã
Maracanã
Febre terçã
Meu amor diz pra mim
Só o fim
Que saudade do beijo
No ar
Que vontade
Maracujá
Que retrato escondido
Açucareiro
Febre do mel
Pesadelo
Febre da Terra
Machado guerreiro
Fonte de céu
Bruzundangas
Vales que viram montanhas
E eu nunca mais vou chorar
As balas riscando o ar
Me fazem poeta vindouro
Amando na fé o tesouro
De ter de viver sem chorar
De ter de viver sem chorar
De ter de viver sem chorar
De ter de viver sem chorar
De ter de viver solidão
Minhas lágrimas molham o chão
É chuva que corre o sertão
É sorte de te encontrar
Me manda pra vida esperar
Me traz bem pra perto do fim
Me ensina a dizer só sim
Me ensina a entender meu amor
Me faz suspirar de sapé
Da ponta da rua é que é…
Me dá um pedaço de tu
Andando na ponta do pé
6 Comentários
27 Abril, 2008 às 1:56 pm
Esse é o meu amigo poeta, poetudo! ^_^ [orgulho!]
29 Abril, 2008 às 4:00 am
Preciso me atualizar dos seus escritos! Saudade de tu! :*
16 Maio, 2008 às 9:56 pm
Poesia nua e crua. a dor. o retrato. o fogo o medo. a verdade corrosiva.
6 Junho, 2008 às 1:08 pm
eese livro é divino!
3 Julho, 2008 às 10:16 pm
Doido!
Bão!
Blog dobão esse aqui viu!!!
Vou prosseguir o tur.
inté
17 Outubro, 2008 às 2:14 pm
No entiendo mucho lo que dicen, pero entiendo la imagen, que vale mas que mil palabras.