Ontem a noite
Pareceu ternura
E a lua
Iluminou
O extenso firmamento
Luz sobre cimento
Liberdade e dor
E meu coraćão sentido
Orgulho ferido
Morte e sensatez
Motor do silêncio
O meu corpo lento
Mãos que configuram
A total simplicidade
A vaga luta da verdade
Contra o cais…
A onda quebra o mar
A onda quebra o mar
A onda a te levar
A onda a te tragar
A onda te sorri
Aonde queres ir
Aonde vais morrer
Aonde vou te enterrar?
2 Comentários
7 Maio, 2009 às 11:16 pm
Enterrar certas coisas é muito doído.
Quem nos ensina isto?
Mas algumas coisas precisam é ser desenterradas.
“Há tempo para todas as coisas debaixo do Céu…”
10 Maio, 2009 às 2:38 am
Que triste!