
Além da imaginação
Olhos vulgares à espreita
Caminhos que se cruzam
Sinestesias encontradas
Beijos nus em sinuosidades…
Meus lábios fazem escuridão
Sopram ventos de mudança
Quebram o limbo dos vazios
Complementam-se
Tremem
Luzem…
E então, na minha Pasárgada
Rei que sou, respiro ilusão
Procuro variedades
Algébricas, geométricas
Afins…
2 Comentários
8 Julho, 2008 às 10:17 pm
esse poema e super interessante!pena q naum coseguir encontrar o ode dous de julho de castro alves!
bjsss
♥
22 Outubro, 2009 às 7:26 pm
muito lindo esse poema.
lindo mesmo!!!