Soneto


Muito sangue derramado por causa insignificante
E depois de seco e duro, eu pensei já ser o fim
Quando tudo era estranho e insensato para mim
Voltei a reagir da mesma forma que fiz antes

Mas, o que era branco e cálido se desfez
E nos braços frios de Hades me instalei
Sucumbindo ao fel que insiste em ser rei
Me encantei com teu sorriso outra vez

E por causa disso mal-despido agora estou
Como se escravo de ti fosse de novo
És a tirana que corrompe o meu povo

E me testo com os olhos no passado
Sobre o desleixo de me impor neste caminho
Estando a te amar sem que tu saibas, sozinho

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3 pensamentos sobre “Soneto

  1. Oi, Poeta! Vim retribuir a visita. Sabe, quando me deparo com um blog tão lindo, como é o seu, fico até com vergonha das minhas mal traçadas linhas que tenho a cara de pau de chamar de blog.
    Um beijo.

  2. Valeu as visitas e o recado no meu Blog….
    Visite sempre quem sabe assim me animo a escrever mais… Sobre a ação estava pensando em uma cosia bem simples…quem sabe a galera conheceida arrecadar ,comida,brinquedos,roupas sapatos…A gente escolhe uma entidade e entrega..Básico,nada muito profundo,mas ás vezes este tipo de ação é necessária…às vezes a fome impede o cara de sair para pescar…

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