Cimento

Roda a caçamba
Cola na lama
E sobe a ladeira
Saindo do mar
E anda lentinha
Levanta poeira
E passa na curva
E muda a maneira
E torra no sol
E vive de nuvem
E tomba no limbo
E fica de quatro
E sofre de dor
E Sula Miranda
E mão no volante
E corta o vale
E sobe e sobe
E chega à cidade
E é o peão
E vem a enxada
E é a peneira
E é o tijolo
E é construção
E é a menina
E o assobio
A cara fechada
E a rebolada
E a lotação
E é o sinal
E é o sininho
E é a caçamba
Sula Miranda
E é cento e vinte
E ultrapassagem
E o caminhão
E a curva fechada
E ela não freia
E era a menina
E era a caçamba
Acabou-se o refrão…

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6 pensamentos sobre “Cimento

  1. Hum… bem, eu entendi tudo errado, tu sabe, né.
    Mas de ambas as formas (do jeito que eu entendi e o que tu quis dizer) preciso dizer que… quem pode pode, hein!!!!
    Acho incríve o jeito que as palavras se ajeitam…
    Putz, meus parabéns, viu.

  2. Bela: Obrigado…

    Kaka: Ah, valeu. As palavras se arrumam sozinhas. Eu so assino embaixo…

    Ana: Sei do que tu quer brincar (rsrsrsrs). Puze, vc brinca sim, mas tua sonoridade eh completametne diferente…

    Menina: Aeeeeeeee. Acertou, Viva, Viva!!!!

    Aline: Ah, valeu. Voltou a comentar, ne? Beijos

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