O Palhaço

Tomba na cana o Bagaço
Festa na casa do Palhaço
Pinta-se a cara: eu que faço
É minha metade e pedaço
É dobro do meio de mim
Sorrindo devagar enfim
Desenho de pena: nanquim
Ela olha pra tudo que faço
Malabarista e palhaço
Dono de bordel de ilusão
Pra esquecer solidão
Eu venho sorrindo demais
Fundindo na luta que faz
Meu coração difundir
A luta é metade e pedaço
Torta na cara e regaço
Me dividindo em bagaço
É só pra me seduzir
Menina me faz sorrir
Menina me faz dançar
Louco de varar o ar

P.S.: Essa semana eu voltei com carga total no MORANGO COM GENGIBRE. Tá quente, viu? Tomem em doses homeopáticas…
Depois não digam q não avisei…
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7 pensamentos sobre “O Palhaço

  1. Mais poesia que matemática, com certeza.
    Estou girando com os teus textos…
    Este seu espaço é poema forjado em zero-e-uns.
    Voltarei, meu caro. É certo que sim.

    Abraços.

  2. Nossa, seus poemas são explêndidos! Eu, na minha ingênua idade encantei-me com a sua forma de brincar, expressar, seja lá o que for, com as palavras, com as frases, com os versos…
    Amei mesmo!
    São lindos!Parabéns!

    Beijos!

  3. Post lindo, tu falas tudo nas entrelinhas de poucas linhas.
    E que post é aquele no Morango com Gengibre?!?
    Você está realmente com a carga toda!!
    Nossa….

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