A boca vermelha

Ah, o canto da boca!

Perder estribeiras, recatos, tonteiras

Beijar os mamilos e inteira

Sorver-te

 

Ah, o peito galopa

Tentado e inseguro, manejo e floreio

Deitar-me no colo, descanso e esteio

Silvestre

 

Ah, a boca silente

Não diz nada, mas mesmo assim se sente

A fuga, a busca, um tanto pungente

De se entregar.

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